Proteínas: suas subfrações e processamento

whey protein

Nas últimas décadas, numerosas pesquisas vêm demonstrando as qualidades nutricionais das proteínas solúveis do soro do leite – whey protein.

Durante décadas, essa parte do leite era dispensada pela indústria de alimentos. Somente a partir da década de 70, os cientistas passaram a estudar as propriedades dessas proteínas.

Evidências recentes sustentam a teoria de que as proteínas do leite, incluindo as proteínas do soro, além de seu alto valor biológico, possuem peptídeos ativos, que trazem diversos benefícios para a saúde.

COMPONENTES E FRAÇÕES DAS PROTEÍNAS DO SORO DO LEITE E SEUS BENEFÍCIOS

As proteínas do soro do leite apresentam estrutura globular e suas frações, ou peptídeos do soro, são constituídas de:

BETA-LACTOGLOBULINAS (BLG)
Maior peptídeo do soro o que lhe confere resistência à ação de ácidos e enzimas proteolíticas presentes no estômago, sendo, portanto absorvidas no intestino delgado
É o peptídeo que apresenta maior teor de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs)
ALFA-LACTOALBUMINAS (ALA)
Caracteriza-se por ser de fácil e rápida digestão. Contém o maior teor de triptofano (6%) entre todas as fontes proteícas alimentares, sendo, também, rica em lisina, leucina, treonina e cistina
Possui a capacidade de se ligar a certos minerais, como cálcio e zinco, o que pode afetar positivamente sua absorção
Além disso, apresenta atividade antimicrobiana, contra bactérias patogênicas, como: E. coli, S. aureus
ALBUMINA DO SORO BOVINO (BSA)
Peptídeo de alto peso molecular rico em cistina e relevante precursor da síntese de glutationa
A glutationa é um dos principais antioxidantes do organismo, sendo fundamental para a saúde celular
IMUNOGLUBULINAS (IG’S)
Quatro das cinco classes das Ig’s estão presentes no leite bovino
(IgG, IgA, IgM e IgE)
Suas principais ações biológicas residem na imunidade passiva e atividade antioxidante

As sub-frações ou peptídeos secundários das proteínas do soro são: lactoferrina, beta-microglobulinas, gama-globulinas, lactoperoxidase, lisozima, lactolina, relaxina, lactofano, fatores de crescimento IGF-1 e IGF-2, proteoses-peptonas e aminoácidos livres. Todas com um papel importante para a manutenção da saúde.

As proteínas do soro podem exibir diferenças na sua composição de macronutrientes e micronutrientes, dependendo da forma de obtenção.

TECNOLOGIA PARA O PROCESSAMENTO DO SORO DO LEITE

Diversas podem ser as tecnologias aplicadas para o processamento do soro. Dentre as tecnologias disponíveis, a CFM (Cross-Flow Microfiltration) se destaca por ser um processo diferente de outros menos aprimorados como a troca iônica.

CFM (CROSS-FLOW MICROFILTRATION)

A filtragem é mecânica, passa por vários tipos de filtros de cerâmica para separar proteínas de gordura e outras substâncias indesejáveis com base no tamanho e na forma molecular

Ocorre em baixas temperaturas e pH biologicamente natural, isso faz com que a atividade biológica das proteínas do soro sejam preservadas

Isola a proteína de componentes indesejáveis como a caseína, gordura, colesterol, carboidratos e lactose, através de um processo físico natural preservando suas importantes subfrações proteicas

Esse processo não envolve a utilização de reagentes químicos, garantindo que as frações quebradas de proteína mantenham-se bioativas, ou seja, não sofram desnaturação (perda da função), assegurando a funcionalidade biológica das mesmas no nosso organismo

X

TROCA IÔNICA
Utiliza produtos químicos e degradam as proteínas, ou seja, as tornam biologicamente inativas

Pode remover muitos dos peptídeos bioativos presentes no soro do leite

Não preserva algumas frações importantes da proteína, como por exemplo: os glicomacropeptídeos.

As vantagens do processo Cross-Flow Microfiltration incluem:

1. Mínimo de proteína desnaturada (sem função biológica)
2. Obtenção da proteína sem utilização de processos químicos
3. Melhor perfil de aminoácidos
4. Proteína final com maior teor de cálcio e menos sódio

whey

Essa tecnologia permite a obtenção de produtos diferenciados com elevado valor nutricional que preservam as frações das proteínas que contem valor biológico.

Fonte: Essential Nutrition

Teste Genético

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Especificamente desenvolvido com o atleta em mente, para ajudar a melhorar o desempenho, este teste consiste em 45 marcadores genéticos que afetam as necessidades nutricionais e o desempenho atlético.

As recomendações deste relatório permitirão que seu treinador, instrutor ou nutricionista esportivo lhe forneça recomendações personalizadas de nutrição e treinamento com base em seu perfil genético.

As recomendações podem ajudá-lo a melhorar sua composição corporal, identificar possíveis intolerâncias alimentares, otimizar a saúde do coração e ajudá-lo a determinar suas necessidades nutricionais.

O teste também inclui marcadores que podem ajudá-lo a determinar o risco de certas lesões e a entender onde estão suas forças de desempenho atlético. Essas recomendações podem ajudá-lo a se antecipar à concorrência, liberando seu potencial genético.

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Modulação da performance esportiva com Energia Cetônica!

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Modulação da performance esportiva com Energia Cetônica!

Atletas e treinadores de elite de diferentes modalidades esportivas estão sempre buscando métodos de treinamento e estratégias nutricionais eficientes para adequar aos esforços necessários na rotina de treinos e na maximização do desempenho esportivo em provas de competição. O crescente interesse com relação ao papel dos corpos cetônicos no metabolismo tem despertado caminhos diferenciados para mudar o padrão alimentar desses atletas. As vantagens do metabolismo dos corpos cetônicos na prática esportiva já estão descritas pela literatura, e elas incluem o fornecimento de energia para conservar reservas de glicogênio muscular e reduzir a proteólise que pode acelerar o catabolismo.

O consumo maior de gorduras e a restrição de carboidratos, padrão pertencente à dieta cetogênica, induzem uma mudança metabólica que leva ao aumento da oxidação de gorduras e, como resultado, há produção de corpos cetônicos. Os corpos cetônicos compreendem  acetoacetato, acetona e ?-hidroxibutirato (?HB) e são produzidos no fígado, pela metabolização dos ácidos graxos livres durante condições de disponibilidade reduzida de carboidratos (hidratos de carbono), como a própria dieta cetogênica, condições de jejum e exercícios de endurance. Dessa forma, mesmo com a privação energética, o organismo passa a obter energia por meio dos corpos cetônicos, que são transportados até as mitocôndrias extra-hepáticas, principalmente, dos músculos e do cérebro e metabolizados até ATP.

O jejum intermitente é uma estratégia nutricional que vem ganhando popularidade e envolve a restrição do consumo alimentar dentro de uma janela de tempo, variando de acordo com cada protocolo. Essa prática também objetiva a promoção da utilização de substratos energéticos, estimando que, com a redução do glicogênio hepático induzido pelo jejum prolongado, o organismo potencializaria outras vias de geração de energia, incluindo oxidação de ácidos graxos e cetogênese.

Com relação ao esporte de alta intensidade e duração, os atletas e treinadores de elite de diferentes modalidades esportivas estão sempre buscando métodos de treinamento e estratégias nutricionais eficientes para adequar aos esforços necessários na rotina de treinos e na maximização do desempenho esportivo em provas de competição. O crescente interesse quanto ao papel dos corpos cetônicos no metabolismo tem despertado caminhos diferenciados para mudar o padrão alimentar desses atletas.

As vantagens do metabolismo dos corpos cetônicos na prática esportiva já estão descritas pela literatura, e  elas incluem o fornecimento de energia para conservar reservas de glicogênio muscular e reduzir a proteólise a fim de desacelerar o catabolismo e a fadiga. Um estudo relacionado ao esporte de alta intensidade e duração, de 2016, avaliou os parâmetros metabólicos em 20 ultramaratonistas de elite e triatletas que realizaram um teste de exercício máximo e uma corrida submáxima de 180 minutos. Para tanto, foram divididos em grupos, sendo um com consumo de uma dieta tradicional rica em carboidratos e outro com baixo teor glicídico. Houve maior oxidação de pico de gordura em aproximadamente 2 vezes no grupo com baixa ingestão de carboidratos, atribuindo maior contribuição energética advinda de corpos cetônicos devido à cetoadaptação dos atletas.

Mecanismos de corpos cetônicos no esporte

Os corpos cetônicos podem ser prontamente oxidados como fonte energética pelo músculo durante o exercício, e apresenta um quociente respiratório similar ao da glicose. O BHB é particularmente transportado para o citosol e mitocôndrias dos tecidos extra-hepáticos, através dos transportadores de monocarboxilato (MCTs). Dentro da matriz mitocondrial, é metabolizado a Acetil-CoA e participa do ciclo do ácido cítrico (TCA) para a formação de ATP. Esse mecanismo garante a preservação do glicogênio muscular, além de contribuir para redução da produção de lactato no músculo, minimizando a fadiga. O desenvolvimento recente de suplementos de cetonas facilita a ingestão aguda de ?HB, que resulta em cetose nutricional sem necessitar de práticas alimentares restritivas. Uma das maiores questões relacionadas à dieta cetogênica se dá, justamente, pela limitação da ingestão de alimentos que dificulta a adesão do paciente.

Diante disso, de forma inovadora, a Galena® potencializa a prescrição e traz para o mercado um ativo com grande eficácia na busca de resultados mais rápidos no esporte: Go™BHB, uma substância cetônica que é naturalmente produzida pelo organismo e utilizada como fonte de energia. É o corpo cetônico ?-hidroxibutirato que vai atuar como fonte energética extra ao corpo para melhorar a eficiência esportiva, potencializar a performance e acelerar o processo de recuperação muscular. Ao ser incorporado na suplementação diária do atleta de enduranceGo BHB™ agirá como um “sinal” para a regulação da mobilização de substratos energéticos para os tecidos, poupando as reservas de glicose intramusculares e prevenindo a degradação de proteínas. Veja a figura 1:

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Figura 1: Mecanismo de ação da produção endógena de corpos cetônicos vs. suplementação com GoBHB™ na produção de energia.

Go BHB™ potencializa a performance esportiva de forma eficiente e, quando administrado concomitantemente com fontes de carboidratos durante o exercício, otimiza a ressíntese de glicogênio muscular e reduz a produção de lactato. Sua utilização também gera uma energia mais otimizada, visto que a metabolização de corpos cetônicos na cadeia de fosforilação oxidativa do ciclo de Krebs leva a menor produção de radicais livres com caráter oxidativo. É rapidamente absorvido pelo organismo e indicado para uso antes e durante os treinos de alta intensidade.

Ciência sobre Go BHB™

Um estudo-duplo cego, randomizado, examinou os efeitos da suplementação com ?HB no exercício de endurance, com oito atletas altamente treinados. Após um jejum noturno, os participantes ingeriram uma bebida contendo 573mg/kg de peso corporal de ?HB + dextrose (CHO) ou apenas CHO (controle) antes de um teste de ciclismo, que consistiu em 60 minutos com 75% da carga máxima, seguidos de 30 minutos para a distância máxima. A suplementação com ?HB demonstrou aumento na distância percorrida, melhorando a performance dos atletas acometidos a exercícios de alta intensidade. Confira no gráfico 1:

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Gráfico 1 – Resultado na distância percorrida por atletas após a suplementação com BHB +dextrose.

Para Evans et al. (2017), a suplementação com BHB promove adaptações metabólicas para o esporte de alta performance que merecem destaque, como redução da glicogenólise, aumento da adaptação e recuperação do músculo, redução da produção de lactato, minimização do estresse oxidativo e inflamação, aumento da expressão gênica, diminuição da proteólise, entre outras demonstradas a seguir, na figura 2:

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Figura 2 – Efeitos metabólicos de BHB no esporte.

Fonte: Evans et al. Metabolism of ketone bodies during exercise and training: physiological basis for exogenous supplementation.

Um diferencial de qualidade do Go™BHB é o selo antidopping com certificação internacional, o que garante segurança para uso no planejamento nutricional de atletas em diferentes modalidades esportivas. Sua dosagem usual recomendada é de 3 a 6 gramas ao dia, devendo ser prescrito por profissional especializado, em farmácias de manipulação, de acordo com a posologia e as necessidades do paciente, associado a dietas com restrição de carboidratos ou não.

Fonte: Galena Nutrition

COLÁGENO, VITAMINAS E MINERAIS X REGENERAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES

articulação

PEPTÍDEOS DE COLÁGENOS X REGENERAÇÃO ARTICULAR

A forma de otimizar a regeneração do colágeno do corpo é fornecer seus precursores para que o organismo produza o que foi desgastado. Os peptídeos de colágeno fornecem os principais aminoácidos para a biossíntese da molécula do colágeno. Estudos têm focado o potencial do uso de peptídeos de colágeno no manejo da artrose, cujos resultados são:

1.Redução da percepção de dor relatada

2.Maior síntese de colágeno                     O uso se torna promissor não apenas como                                                                       tratamento sintomático, mas para reverter o                                                                            quadro de degeneração e auxiliar na                                                                                                prevenção.

3.Melhora da qualidade de vida

Outro benefício da suplementação com peptídeos de colágeno é na formação do tecido ósseo. Os peptídeos reduzem a atividade dos osteoclastos – responsáveis pela reabsorção da matriz óssea para que nova matriz se deposite – estimulam os osteoblastos – células responsáveis pela formação óssea – e restauram a densidade óssea, auxiliando no tratamento da osteoporose.

COLÁGENO TIPO II NÃO DESNATURADO X REGENERAÇÃO ARTICULAR

Diferentemente da suplementação de peptídeos, o colágeno tipo II na forma não desnaturada reduz a secreção de colagenases (enzimas que quebram as ligações peptídicas do colágeno das articulações), auxilia na recomposição da cartilagem e reduz a inflamação por desativar as células T-Killer. Como sua ação é imunológica, a dose efetiva diária é de 40mg. Estudos comprovaram os benefícios do uso de colágeno tipo II não desnaturado em pacientes portadores de artrose, artrite reumatoide e até mesmo naqueles que não foram diagnosticados com nenhuma dessas patologias mas que sentiam dor articular após realizar um treino.

ESTUDO

52 pacientes acometidos com artrose de nível moderado a grave:

Grupo 1: Ingeriu 1.500mg de glucosamina com 1.200mg de condroitina/ dia

Grupo 2: Ingeriu 40mg de colágeno tipo II não desnaturado / dia

Após 90 dias:

Realizadas análises de percepção de dor:

Pacientes do Grupo 2 tiveram uma redução na percepção de dor 33% maior quando comparada aos 14% obtidos por aqueles do Grupo 1, mostrando um resultado superior do colágeno tipo II.

VITAMINAS E MINERAIS X REGENERAÇÃO ARTICULAR

As vitaminas e minerais são indispensáveis para manter o corpo em plena atividade, realizando diversas reações químicas por todo o organismo. Em especial, alguns desses elementos influenciam diretamente no bom funcionamento ósseo e articular, com destaque para a vitamina C, K e D e os minerais magnésio, manganês e zinco.

VITAMINA C

Fundamental na transformação de:

Prolina e Lisina em Hidroxiprolina

Sem ela, não há formação de colágeno em nosso corpo.

VITAMINA D3

As células formadoras de colágeno (condrócitos) possuem em sua superfície receptores para a:

VITAMINA D

Auxilia a fixação do cálcio do tecido ósseo     Evidências apontam que pacientes                                                                             acometidos com artrose geralmente têm                                                                                   níveis baixos de vitamina D.

Auxilia na regeneração da cartilagem destruída inibindo a progressão da artrose: O uso sinérgico de vitamina D3 com peptídeos de colágeno causa diminuição dos níveis de citocinas (pró-inflamatórias) na artrite reumatóide.

VITAMINA K1 E K2

Na artrose: Têm ação na indução da mineralização óssea prevenindo a osteoporose

Nas articulações: Podem auxiliar com seu potencial anti-inflamatório

MAGNÉSIO

Junto com a Vitamina K  –  Auxilia a retirada do excesso de cálcio circulante e fixa nos ossos

Indispensável para transformação da Vitamina D em sua forma ativa – Sem equilíbrio = o excesso de cálcio circulante irá se fixar por diversos locais, incluindo articulações ao invés de ser depositado nos ossos

Gerando condrocalcinose = processo de inflamação e dor local podendo levar a um processo de desgaste da cartilagem

MANGANÊS

Também influencia no metabolismo ósseo

É indispensável para a formação do colágeno articular

ZINCO

É indispensável para a atividade de formação óssea e síntese de colágeno

Fonte: Essential

Reposição de Testosterona e a Redução de Risco Cardiovascular

reposição-de-testosterona-e-doenças-cardiovasculares

O uso da testosterona como reposição hormonal mostra-se eficaz para os homens com hipogonadismo, conforme revisão, mostrando efeito benéfico da reposição de testosterona no tratamento de hipogonadismo e também na síndrome metabólica.

Porém, existem ainda opiniões contrárias, justificando que a reposição de testosterona pode aumentar os riscos cardiovasculares. Frente a esse tema, pesquisadores americanos avaliaram por 8 anos, a incidência de riscos cardiovasculares em 656 homens acometidos com hipogonadismo. Destes, a metade foi submetida ao tratamento com o hormônio testosterona e a outra metade o controle. Os pacientes foram avaliados a cada 2 anos por um período total de 8 anos. No final, observou-se que dos pacientes que receberam reposição hormonal com testosterona houve 2 óbitos e não foram associados a eventos cardíacos, ao contrário, nos pacientes não tradados ocorreram 21 óbitos e desses 19 estavam associados a episódios cardiovasculares. Assim, o trabalho que compartilho hoje conclui que a reposição de testosterona a longo prazo mostra-se bem tolerável, além de reduzir a mortalidade relacionada a doenças cardiovasculares.

Veja na integra no link abaixo:

https://essentia.com.br/artigo/artigos/artigo_testosterona_2.pdf?utm_campaign=email_cla__testosterona_hipogonodismo_e_protecao_cardiaca&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

XOS (XILOOLIGOSSACARÍDEO)

prebiotico

FIBRA PREBIÓTICA ALTAMENTE TOLERÁVEL AO TGI AUMENTO DE BIFIDOBACTÉRIAS REDUÇÃO DE BACTÉRIAS PATOGÊNICAS REDUÇÃO DA GLICEMIA, COLESTEROL, LDL E APOB INDICADO PARA GRÁVIDAS, BEBÊS E CRIANÇAS.

O QUE O QUE SÃO XILOOLIGOSSACARÍDEOS?

Xilooligosacarídeos (XOS) são fibras prebióticas presentes naturalmente em frutos e vegetais. São metabolizadas por Bifidobactérias quando ingeridas, produzindo ácidos graxos de cadeia curta, o que promove a colonização de bactérias benéficas e inibição das patogênicas no trato gastrointestinal (TGI). Seu uso é considerado seguro pelo FDA, inclusive para bebês e gestantes, sendo altamente tolerável ao sistema gastrointestinal.

COMO FUNCIONA?

Estima-se que a disbiose intestinal seja um determinante que pode levar a inúmeros processos patológicos como diabetes, obesidade, constipação e síndrome metabólica. Substâncias que podem atuar promovendo uma melhora na colonização bacteriana do TGI são ditas como promissoras para a prevenção e tratamento de doenças. Entre essas substâncias, destacam-se as fibras solúveis que atuam como um alimento para as bactérias benéficas do TGI, chamadas de substâncias prebióticas. A fibra solúvel XOS apresenta um perfil bastante interessante como prebiótico, visto que sua metabolização ocorre somente por bactérias benéficas presentes no TGI como as do gênero Bifidobacterium. Como resultado dessa metabolização gera-se ácido graxo de cadeia curta, responsável por reduzir a produção de citocinas inflamatórias. Por outro lado, bactérias como Staphylococcus, E.coli e Clostridium ssp não são capazes de metabolizar a XOS, reduzindo sua incidência no TGI e consequentemente melhorando patologias associadas ao desequilíbrio da flora intestinal.

QUAL A SUA FUNÇÃO?

• Atividade prebiótica – altamente tolerável pelo TGI – principalmente pelo aumento de bactérias do gênero Bifidobacterium

• Melhora da constipação

• Redução de episódios diarreicos

• Inibe o crescimento de bactérias patógenas

• Aumenta imunidade e auxilia no tratamento de obesidade e síndrome metabólica pela melhora da colonização intestinal

• Redução dos níveis de glicemia, colesterol, LDL e ApoB

QUAL A DOSAGEM SUGERIDA?

De 500mg a 4,2 g de XOS ao dia.

HÁ ESTUDOS QUE MOSTRAM SUA EFICÁCIA?

• Efeito prebiótico: Estudos em humanos e também in vitro mostraram que a colonização microbiana é alterada após uso consecutivo de XOS, aumentando a colonização de bactérias benéficas do gênero Bifidobacterium. O aumento das bactérias desse gênero é relativamente proporcional à concentração de XOS ingerida, apresentando resultados promissores com doses a partir de 500 mg.

• Constipação: Um estudo realizado com 30 mulheres grávidas com mais de 23 semanas de gestação e que estavam constipadas há mais de 5 dias, sem uso de laxantes, foram submetidas ao ensaio utilizando 4,2 g de XOS por 4 semanas.

• Diabetes: Em indivíduos pré-diabeticos, a ingestão de 2 g de XOS por 8 semanas foi capaz de reduzir a concentração de bactérias associadas a pré-diabetes como as do gênero Enterorhabdus, Howardella e Slackia, além de mostrar uma tendência para regularizar os níveis de insulina.

Vinte e seis pacientes diagnosticados com diabetes e com níveis de hemoglobina glicosilada (HbA1c) entre 7 e 10% e triglicerídeos menores que 400 mg/dL foram recrutados para o ensaio e divididos em dois grupos: aqueles que receberam placebo e os que receberam 4 g ao dia de XOS. Após 8 semanas, os participantes realizam exame sanguíneo e foi detectado naqueles que receberam XOS uma redução não somente de glicose, HbA1c e fructosaminas, mas também nos níveis de colesterol total, LDL e apolipoproteina B4 , conforme pode ser visto no gráfico a seguir.

• Diarreia: Em um estudo duplo-cego, randomizado, controlado por placebo, 107 crianças com idade entre 3 e 36 meses com episódio de diarréia aguda foram divididas para receber placebo ou uma formulação simbiótica contendo 2,5 x 109 UFC de lactobacillus paracasei B21060 com 500 mg de arabinogalactan e 700 mg de xilooligosacarídeo. A fórmula simbiótica reduziu significativamente os episódios diarreicos e melhorou a consistência das fezes dos bebês quando comparada ao grupo placebo.

Ômega na gestação

Os cuidados alimentares durante a gestação não são uma novidade, durante esta fase da vida da mulher, a nutrição é fundamental para garantir a saúde do feto e o seu desenvolvimento. Evidências apontam que os benefícios da ingestão de ômega-3 durante a gestação se estendem da mãe ao bebê.

 

Durante a amamentação, o ômega-3 pode repercutir e influenciar positivamente no futuro da criança, inclusive no aumento do QI (quociente de inteligência).

PAPEL DO ÔMEGA-3
NA CONSTRUÇÃO DO CÉREBRO

O cérebro humano é composto por quase 60% de gordura. Importante para a formação da membrana externa das células cerebrais, ela permite uma troca rápida e mais eficaz de “mensagens” entre as células nervosas.

No momento de maior desenvolvimento da massa estrutural do cérebro do bebê – durante o 2o trimestre e, principalmente, 3o trimestre gestacional, estendendo-se para a lactação – a ingestão de ótimas quantidades de ômega-3 pela mãe pode repercutir positivamente durante muitos anos na vida da criança.

As substâncias que exercem as funções benéficas do ômega-3 são os ácidos eicosapentaenoico (EPA) e docosahexaenoico (DHA). Estes ácidos graxos não são produzidos pelo corpo humano e, portanto, devem ser obtidos por meio de dieta ou suplementação.

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
estão relacionados à saúde cardiovascular e problemas circulatórios.
PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
relacionado à melhora dos processos cognitivos, como o funcionamento da memória e o correto funcionamento dos neurônios, atuando de forma neuroprotetora.

O DHA é um componente fundamental da membrana celular do cérebro e da bainha de mielina em torno de cada nervo. Ele é transferido a taxas altíssimas da mãe para o feto e essa distribuição é crucial para uma ótima saúde cerebral, ocular, imunidade e desenvolvimento do sistema nervoso.

Por ser um nutriente de alta demanda do feto, em alguns casos a mãe pode apresentar carência desta gordura no seu organismo podendo ter consequências como depressão pós-parto.

Conheça outros benefícios comprovados
do uso de Ômega-3 na gestação:

PORQUE SUPLEMENTAR A GESTANTE

Estudos vêm demonstrando uma carência nutricional de vitaminas e minerais essenciais crescente entre as gestantes, como o magnésio, folato, vitamina E, D ou mesmo gorduras benéficas como o DHA.

A gestante de hoje não ingere a mesma quantidade de minerais em comparação com uma gestante que vivia 30 ou 90 anos atrás. Essa foi a conclusão de um estudo que avaliou em intervalos regulares, desde 1927, o teor de nutrientes em alguns alimentos:

CONCLUSÃO:
Os alimentos perderam de 20 a 60% dos seus nutrientes.
Outro estudo – comparou a ingestão dietética de:
600 mulheres grávidas e lactantes

Apenas 27% das grávidas e 25% das lactantes

Atendiam à dose de 200mg de DHA/dia.
Sendo que, as que mais se aproximaram
da ingestão ideal, tomavam um suplemento
de ômega-3 (DHA) diariamente.

CONCLUSÃO: com o uso da suplementação de ômega-3, ocorreu melhora significativa da insgestão de DHA necessária para a saúde do bebê e da mãe.

Fonte: Essential

Vitamina D3 Vegana (Essentia)

liquen

O QUE É VITAMINA D3 VEGANA ESSENTIA?

A vitamina D3 vegana Essentia é a vitamina D3 (colecalciferol) de fonte 100% natural extraída dos liquens e reconhecida como fonte segura pela sociedade vegana e vegetariana do Reino Unido, tornando-se uma opção para suplementar a vitamina D3 de fonte não animal.

O QUE SÃO OS LIQUENS?

Os liquens são seres vivos complexos que consistem em uma associação simbiótica de um fungo com uma alga. Isso lhes confere atributos únicos, como sobreviver em climas extremos e ter a capacidade de crescer e acumular níveis significativos de nutrientes úteis, incluindo a vitamina D3. São seres muito sensíveis e crescem somente em ambientes sem poluição. Existem muitas espécies espalhadas no planeta, mas uma em específico, que cresce em regiões da América do Norte, Ásia e Escandinávia apresenta a capacidade de sintetizar a vitamina D na forma D3 (colecalciferol).

QUAL A DIFERENÇA DA VITAMINA D2 E VITAMINA D3?

Quimicamente falando, a Vitamina D2 (ergocalciferol), produzida por invertebrados e plantas, se difere da vitamina D3 (colecalciferol) pela presença de uma dupla ligação e um grupo metil incorporado à cadeia lateral. Em relação à absorção, diversos estudos apontam que a vitamina D3 apresenta uma absorção superior quando comparada à vitamina D2.

QUAL A ORIGEM DA D3 COMUMENTE COMERCIALIZADA?

A vitamina D3, comumente encontrada no reino animal, geralmente é extraída da lanolina, passando por um processo de semi-sintese até o isolamento da substância 7-desidro colesterol e, após exposição da radiação UV se converte em colecalciferol (vitamina D3).

QUAL A FUNÇÃO DA VITAMINA D3?

A vitamina D hoje já é considerada por muitos especialistas como um hormônio diante do elevado número de reações bioquímicas no qual ela participa direta ou indiretamente. Com isso, a vitamina D é uma substância envolvida em prol de uma série de patologias, com destaque para:

• Saúde cerebral: protege contra demência e previne desordens psiquiátricas, esclerose múltipla e autismo.

• Imunidade: aumento da imunidade, diminuindo o risco de infecções em pacientes sadios e naqueles submetidos a procedimentos cirúrgicos.

• Saúde cardiovascular: melhora a função cardíaca e reduz o risco de acidente vascular cerebral.

• Ossos e músculos: protege contra osteoporose e diminui a fadiga muscular em idosos.

• Câncer: reduz a mortalidade de diversos tipos de câncer como mama (37%), colorretal (45%) e linfoma (52%), além de pulmão e próstata.

Fonte: Essentia Vitamina D3.

Suplementação com L-Carnitina na Recuperação Pós-Exercício

l-carnitina

Como peça-chave no metabolismo de ácidos graxos e na produção de energia, o papel da L-carnitina em diversas indicações tem sido assunto de pesquisas científicas. A L-carnitina tem sido usada como um auxílio ergogênico por atletas profissionais e como suplemento alimentar na população fisicamente ativa. Inúmeros estudos em humanos realizados em indivíduos saudáveis, atletas de treino de resistência, ou homens e mulheres sem treino avaliou o efeito do suplemento nutricional na performance física, consumo de oxigênio ou força muscular. Mais recentemente, a pesquisa clínica direcionou-se para avaliar a hipótese de que a ingestão de L-carnitina facilita o processo de recuperação pós-exercício. Dados científicos indicam que a população atlética pode beneficiar-se da ingestão da L-carnitina, uma vez que ela atenua os efeitos colaterais do treino de alta intensidade por reduzir a magnitude da hipóxia induzida por exercício e a lesão muscular.

Sob condições saudáveis e na ausência de estresse, a disponibilidade de L-carnitina não é um fator limitante na ß-oxidação de ácidos graxos. Sua homeostase é altamente regulada pela biodisponibilidade, transporte e excreção urinária. Porém, em condições anormais, como deficiência de carnitina congênita ou adquirida, hemodiálise, ou em indivíduos sarcopênicos ou frágeis, tem sido demonstrado que a suplementação com L-carnitina aumenta a performance física, a massa e a função muscular. O declínio muscular relacionado à idade pode ser revertido tanto por meio de atividade física quanto por medidas nutricionais. Enquanto o exercício de resistência pode ser árduo em idosos, a suplementação nutricional em conjunto com exercícios moderados pode ser uma estratégia em potencial para retardar a sarcopenia, uma das marcas da fragilidade, em adultos mais velhos.

Um número crescente de estudos em animais forneceu evidências para os mecanismos multifacetados pelos quais a L-carnitina exerce sua ação benéfica no aumento da síntese proteica e na redução da degradação muscular. Além disso, postula-se que a regulação da homeostase mitocondrial pela L-carnitina durante o envelhecimento impacta a deterioração relacionada à idade. Dessa maneira, a suplementação alimentar com L-carnitina pode contribuir para auxiliar durante o processo de envelhecimento por impedir a progressão da redução da massa e da função muscular, bem como a neurodegeneração. Pesquisas adicionais são necessárias nessa área.

Para concluir, dado o impacto das consequências estruturais e sintomáticas dos exercícios de alta intensidade, isto é, danos dos sarcômeros e dor, que não apenas reduzem a qualidade de vida, mas diminuem a capacidade de treinos posteriores, a facilitação da recuperação do exercício pela suplementação com L-carnitina é particularmente benéfica para a população jovem, saudável e ativa. Além disso, idosos passando por redução de massa magra e função muscular, redução do conteúdo muscular de L-carnitina e disfunção mitocondrial também podem se beneficiar do impacto positivo da suplementação com L-carnitina. Em particular, com o crescente número de indivíduos idosos praticantes de exercícios moderados, o papel da L-carnitina nesse grupo continuará ganhando importância.

fonte:

https://essentia.com.br/artigo/artigos/lamina-l-carnitina.pdf?utm_campaign=email_cla__l-carnitina&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

LION’S MANE (Hericium erinaceus)

LION’S MANE

AÇÃO CEREBRAL NEUROPROTETORA EFEITO ANTI-INFLAMATÓRIO ALIADO NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE ALZHEIMER

O QUE É LION’S MANE?

Lion’s mane é uma espécie de fungo comestível (Hericium erinaceus) muito comumente utilizado na medicina e na culinária dos países asiáticos. Sua riqueza de compostos bioativos como, por exemplo, ß-glucana, isoindolinonas, hericenonas e erinacina, faz com que o Lion’s mane apresente propriedade anti-inflamatória e neuroprotetora, tornando-se um insumo potencial para o tratamento de diversas doenças.6,7

COMO FUNCIONA?

A diversidade de compostos bioativos presente no Lion’s mane faz com que esse insumo atue sob diversos mecanismos de ação exercendo benefícios em uma ampla lista de patologias. Seus efeitos já relatados em literaturas mostram atividade como antibiótico, anticâncer, antioxidante, antidiabético, anti-hipertensivo, hepatoprotetor, prebiótico, estimulador do sistema imune, protetor de isquemia e na redução de triglicerídeos e colesterol. Porém, o Lion’s mane apresenta um maior destaque quanto à sua ação cerebral, apresentando uma neuroproteção em doenças como Alzheimer, Parkinson, autismo, depressão e ansiedade.6,7,8,9,10 Especificamente falando de Alzheimer, compostos neuroativos presentes no Lion’s mane como hericenonas e erinacina são capazes de atravessar a barreira hematoencefálica e atuar de forma positiva no cérebro, reduzindo o aparecimento de placas amiloide, o excesso de espécies reativas de oxigênio e promovendo o aumento de neurotransmissores e fator de crescimento neural (NGF). A figura abaixo ilustra os principais mecanismos de ação do Lion’s mane, que são responsáveis por reduzir a progressão da doença de Alzheimer, bem como seus sintomas.1,2,4,6,7

Mecanismo de Ação do H. erinaceus na doença de Alzheimer

Aumenta Expressão mRNA NGF ; Diminui as placas amiloides; Aumenta a concentração da acetilcolina e colina acetil-transferase; Diminui Microglia e astrocitos ativados nas placas; Diminui proteína TAU; Aumenta Lipoxina A4 (LXA4) em cérebro.

HÁ ESTUDOS QUE COMPROVAM SUA AÇÃO?

Muitos trabalhos in vitro e in vivo mostram que o uso de Lion’s mane atua de diversas maneiras no cérebro, sendo capaz de atrasar o desenvolvimento e progressão da doença de Alzheimer. Um trabalho realizado com animais modelos de doença de Alzheimer demonstrou um aumento da síntese do fator de crescimento neural (NGF), substância essencial para o desenvolvimento e sobrevivência dos neurônios. Trabalhos similares também constatam que o uso do Lion’s mane promove uma mielinização mais rápida quando comparado ao placebo.11,12 Ensaio clínico realizado com japoneses de idade entre 50 e 80 anos (n=30) com comprometimento cognitivo leve, foram submetidos a um estudo duplo cego recebendo 1g de Lion’s mane 3 vezes ao dia por 16 semanas. Houve uma melhora na escala de demência de Hasegawa (HDS-R) quando comparado aos pacientes que receberam placebo. Após 4 semanas, cessado tratamento a escala HSD-R voltou a diminuir.3

Em outro ensaio clínico, a administração de Lion’s mane na dose de 2,0g / dia (em cookies) durante 4 semanas mostrou redução de alguns sintomas de ansiedade e depressão em mulheres na menopausa (n=30). Sintomas como palpitações, irritação, ansiedade e concentração mostrou melhores índices quando comparado ao grupo placebo.5

Fonte: Essential Nutrition