As vitaminas são essenciais para o bom funcionamento do organismo?

vitaminas

Elas são capazes de evitar e auxiliar na cura de doenças, ajudam na absorção dos demais nutrientes ingeridos na alimentação, regulam as funções do nosso corpo, diminuem o estresse e até melhoram o humor.

As principais fontes naturais de vitaminas são as frutas, verduras e legumes, mas também podem ser encontradas nos alimentos em geral. O ideal é ingeri-las diariamente, independentemente da fonte.

Vitaminas também são encontradas nos multivitamínicos, que fornecem as quantidades específicas e atendem às necessidades fisiológicas individuais.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, as doenças que mais matam os brasileiros são: câncer, ataque cardíaco, obesidade, acidente vascular cerebral e enfermidades ligadas ao sistema respiratório. O curioso é que são justamente essas doenças que mais se beneficiam com a prevenção.

São vários os meios para detectar uma enfermidade, descobrir se você tem tendência a desenvolvê-la e até mesmo preveni-la. Os cientistas estão provando em estudos que a ingestão diária de diferentes vitaminas acima das doses nutricionais podem ser grandes aliadas na prevenção de doenças e na manutenção da saúde. Se a intenção é prevenir uma patologia, pode-se usar um nutriente de forma contínua.

Descobriu-se que um nutriente em doses baixas é uma peça importante na complexa engrenagem do metabolismo, mas que em dose alta passa a ter uma ação bioquímica específica, podendo levar à prevenção de doenças. Os nutracêuticos agem como um remédio, por fornecerem ao organismo os nutrientes em falta. Essa ação nutracêutica dos nutrientes originou a medicina preventiva, nas suas diferentes áreas, ortomolecular, nutrição e nutrologia.

Veja alguns estudos relacionados à prevenção e à cura que esses ingredientes preciosos podem beneficiar nossa saúde:

SUPLEMENTAÇÃO E DOENÇA ALZHEIMER

O cérebro é um órgão metabolicamente ativo que produz altos níveis de radicais livres. Esses radicais livres podem bombardear as membranas celulares dos neurônios causando perda de função prematura. A Doença de Alzheimer se tronou um grande problema de saúde pública no mundo e é a causa mais comum de doenças em idosos. Alzheimer é uma doença degenerativa, ou seja, as células do cérebro as quais chamamos de neurônios vão morrendo de maneira lenta, insidiosa e progressiva. A doença afeta não somente a memória, mas outras funções cognitivas. Com o passar da idade, as chances de ter Alzheimer aumentam. Não há ainda estudos que comprovem que essa patologia é influenciada pela genética.

Dr. Denham Harman propôs que o envelhecimento do cérebro está associado a um desequilíbrio progressivo entre a defesa antioxidante e as espécies pró-oxidantes, que podem ocorrer como resultado de um aumento na produção de radicais livres e a redução na defesa antioxidante. Pesquisas mostram que o estresse oxidativo gera mudanças no cérebro de portadores da Doença de Alzheimer.

Neste contexto, alguns estudos observacionais têm sugerido que a suplementação de antioxidantes, incluindo as vitaminas C e E, ou uma dieta rica nesses nutrientes pode prevenir o estresse oxidativo que possivelmente causa a perda neuronal observada na Doença de Alzheimer, diminuindo assim o risco para a patologia.

Um estudo clínico duplo cego randomizado e controlado avaliou a eficácia da suplementação de um composto a base de EPA/DHA, uridina, colina e micronutrientes em pacientes com Doença de Alzheimer leve. Após 12 semanas de avaliação, o estudo concluiu que os pacientes tiveram melhora na memória. Pesquisas demonstram que a deficiência de alguns nutrientes está, possivelmente, relacionada com a piora da memória, podendo ser a manifestação de uma doença mais séria. Por outro lado, a ingestão desses nutrientes, nas quantidades necessárias, é difícil de alcançar com a dieta regular, sendo necessária sua suplementação.

SUPLEMENTAÇÃO E DOENÇA PARKINSON

A Doença de Parkinson é uma enfermidade neurodegenerativa caracterizada pela presença de rigidez, tremor e lentidão dos movimentos, sendo um dos distúrbios do movimento mais encontrados na população idosa. Estudos mostraram que o estresse oxidativo, o uso prolongado da droga levodopa no tratamento dessa doença e o aumento da concentração plasmática de homocisteína são agentes que agravam os sintomas. Muitos nutrientes são pesquisados tanto na prevenção como no tratamento da doença, dentre os quais se destacam as vitaminas antioxidantes. Houve recentemente aumento do número de pesquisas sobre a ação dessas vitaminas, atenuando os danos causados ao cérebro nesses pacientes. Os estudos e a literatura científica demonstram informações recentes sobre a influência positiva das vitaminas C, E, B6, B12 e ácido fólico na Doença de Parkinson.

SUPLEMENTAÇÃO E PROBLEMAS CARDIOVASCULARES

Segundo pesquisa japonesa apresentada no Jornal da Associação Americana do Coração, comer mais alimentos que contenham vitaminas B (ácido fólico, B-6) reduz o risco de acidente vascular cerebral e doença cardíaca para as mulheres e pode reduzir o risco de insuficiência cardíaca em homens.

“As pessoas necessitam ingerir uma dieta com mais ácido fólico e vitamina B-6, que pode levar à prevenção de doenças cardíacas”, disse Hiroyasu Iso, MD, professor de saúde pública da Universidade de Osaka.

As conclusões sobre o valor de vitaminas do complexo B são consistentes com estudos na Europa e na América do Norte. Os pesquisadores dividiram os participantes em cinco grupos com base na sua ingestão de ácido fólico, vitaminas B-6 e em vitamina B-12. Comparando-os em relação às suas dietas com mais ou menos de cada um dos nutrientes, foi descoberto que um consumo maior de ácido fólico e vitamina B-6 está associado com um número significativamente menor de mortes por insuficiência cardíaca em homens e um número significativamente menor de mortes por acidente vascular cerebral, doenças cardíacas e doenças cardiovasculares em mulheres. A ingestão de vitamina B-12 não foi associada à redução de risco de mortalidade.

O ácido fólico e a vitamina B6 podem ajudar a proteger contra doenças cardiovasculares, diminuindo os níveis de homocisteína, disseram os pesquisadores. A homocisteína é um aminoácido do sangue que é afetado pela dieta e por fatores hereditários. O ácido fólico e outras vitaminas do complexo B ajudam a quebrar a homocisteína no organismo.

Não há uma ligação causal direta, mas evidências têm demonstrado que a homocisteína pode danificar o revestimento interno das artérias e promover a formação de coágulos sanguíneos.

Estes são alguns exemplos de como as vitaminas podem ser de grande ajuda na prevenção de algumas doenças. Além de suprir as carências nutricionais com um multivitamínico (ter certeza que não falta nenhum nutriente para o funcionamento adequado do corpo), pode-se usar alguns nutrientes específicos em doses acima das doses nutricionais (se tornando um nutracêutico) para ajudar na prevenção de doenças e melhor qualidade de vida.

Fonte: Revista Essentia Ediçao 5

TPM (Tensão Pré-Menstrual)

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Mudanças simples na rotina, como atividade física regular e a ingestão de alimentos ricos em ômega-3 e 6, são eficientes no combate aos indesejáveis sintomas físicos e psicológicos que antecedem a menstruação.

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e do Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva de Campinas (CEMICAMP) realizaram enquetes epidemiológicas com 860 mulheres brasileiras entre 18 e 35 anos. Os resultados revelaram que 75% a 80% das mulheres já tiveram a famosa TPM (Tensão Pré-Menstrual), 60% afirmam que os sintomas atrapalham suas atividades diárias e domésticas e 65% falaram que prejudicam o seu desempenho profissional.

Durante o tempo de vida fértil do organismo feminino, ou seja, período em que a mulher menstrua – em geral com duração da adolescência à maturidade –, muitas mulheres sofrem com os efeitos da tensão pré-menstrual, que possui esta denominação por acontecer entre o pico ovulatório até a menstruação (fase pré-menstrual), durando de 10 a 15 dias. Passada esta fase, com o surgir da menstruação, os sintomas tendem a desaparecer.

Os principais sinais físicos são: dor nas mamas, dor de cabeça, cansaço, dor nas costas, dor lombar e nos membros inferiores. É esperada uma alteração de peso em até dois quilos por diminuição da diurese (produção de urina pelo rim) e retenção de líquido. A volta ao peso acontece após a menstruação. Os sintomas psicológicos mais comuns são: instabilidade emocional, irritabilidade ou sensibilidade excessiva. Pela predominância da progesterona, como acontece na gestação, a mulher fica mais sensível na TPM.

As causas da TPM não são definidas, mas diversas teorias têm sido propostas. A atual mais aceita diz que há uma tendência a relacioná-la com alterações hormonais como a da progesterona, que atua no cérebro alterando os neurotransmissores e interferindo no sistema nervoso central.

ÁCIDOS GRAXOS: AJUDA BEM-VINDA

A Medicina ortomolecular apresenta alternativas de tratamento através de suplementação de ácidos graxos ômega-3 e 6, vitamina B6 e magnésio, entre outros que auxiliam nos sintomas da TPM.

O óleo de prímula ou borragem ajuda a amenizar dor e edema nas mamas. Trata-se de um ácido graxo poliinsaturado – é a forma mais comum do ácido graxo essencial ômega-6 – rico em ácido linolênico (LA) e ácido gamalinolênico (GLA), além de vitamina E, muito usado no tratamento da tensão pré-menstrual, doenças cardiovasculares e processos inflamatórios. estudos científicos mostram que este ômega-6 em especial tem uma ação anti-inflamatória, melhorando em muito os sintomas da TPM. Para otimizar este efeito anti-inflamatório, recomendase o uso de ômega-3 na primeira fase do ciclo e de Ômega-6 (principalmente o ácido gamalinolênico GLA) na segunda fase do ciclo menstrual.

EXERCÍCIO FÍSICO: GRANDE ALIADO

Observou-se que mulheres com bons hábitos, praticando exercícios regularmente, sem grandes períodos de interrupção, e mantendo uma alimentação balanceada demonstram melhores ganhos em qualidade de vida e diminuição da TPM. Além disso, mulheres que praticam exercícios têm fluxo menstrual menos intenso que as sedentárias e menos risco de ter cólicas.

Num estudo realizado pela University of British Columbia, no Canadá, oito mulheres foram submetidas a corridas de aproximadamente 20 km semanais, gerando o aumento da taxa metabólica e favorecendo a circulação sanguínea.

Consequentemente, houve uma otimização do transporte de oxigênio e nutrientes essenciais, melhorando assim todas as funções vitais. Depois de seis meses, todas relataram menores episódios de dores nas mamas e irritabilidade.

Os exercícios indicados para a fase da TPM e durante o ciclo menstrual são os aeróbicos. Invista em atividades como: corrida, caminhada, bicicleta, natação, que demonstram ser mais eficientes do que os anaeróbicos, como musculação.

Além de liberarem endorfina, reduzem o cortisol, hormônio relacionado ao estresse, culpado aumentar a retenção de líquidos na TPM. A liberação de hormônios gerada pela atividade física, principalmente a endorfina – hormônio ligado à sensação de prazer – proporciona bem-estar, estabilizando os níveis de glicose.

Além de corridas ou caminhadas, outra opção de exercícios aeróbicos é a cama elástica, que melhora a circulação, aumentando a pressão e, consequentemente, causando a liberação de líquidos retidos. Mas para diminuir os sintomas da TPM é necessário que a mulher respeite as limitações impostas ao corpo nesta fase.

A dica é não praticar exercícios de longo período nem com excesso de carga.

MULHERES QUE PRATICAM EXERCÍCIOS FÍSICOS REGULARMENTE TÊM FLUXO MENSTRUAL MENOS INTENSO QUE O DAS SEDENTÁRIAS E MENOR RISCO DE CÓLICAS.

COMO CONTROLAR O DESEJO DE DOCES NA TPM

Uma queixa frequente das mulheres que ficam irritadas ou deprimidas é o intenso desejo de doces para tentar se acalmar, sendo o chocolate o doce preferido para isso. Descobriu-se que esta alteração se deve a uma redução temporária do neurotransmissor serotonina neste período, e que o desejo de doce é uma tentativa de aumentar a produção natural deste neurotransmissor. Para controlar o peso e a compulsão, observou-se que o uso do aminoácido L-Triptofano ou seu metabólico principal, o 5-Hidroxitriptofano, pode ser muito útil e reduzir estes sintomas, substituindo com segurança o uso de antidepressivos elevadores de serotonina. O uso de alimentos ricos e L-triptofano também pode ajudar (laticíneos, carnes magras, peixes, banana, amendoim e nozes, tâmaras…).

EVITE COMER DURANTE A TPM

– Açúcar, doces, geleia, mel (no máximo uma vez por semana);

– Sal e condimentos;

– Embutidos (salsicha, presunto etc.) e alimentos ricos em sódio, como molho inglês e caldos de carne, que promovem a retenção de líquido;

– Alimentos industrializados e enlatados;

– Café;

– Chocolate;

– Refrigerantes;

– Bebidas alcoólicas e tudo que contenha cafeína, pois aumenta a irritabilidade;

– Alimentos ricos em gorduras saturadas, que prejudicam a circulação.

ALIMENTOS LIBERADOS

– Água. Consuma bastante para evitar a retenção de líquido;

– Água de coco e chás de frutas, sem açúcar;

– Frutas, verduras, cereais integrais, algas, leguminosas (feijão, grão-de-bico, soja, ervilha, lentilha, vagem), que são ricos em fibras;

– Carboidratos complexos (pães integrais, arroz integral, gérmen de trigo);

– Derivados da soja, como tofu e o leite de soja;

– Atum, salmão, sardinha, arenque, semente de linhaça, óleo de canola ou em forma de suplementação alimentar. São ricos em ômega 3, melhoram a circulação, evitando os inchaços. O consumo pode ser diário;

– Leite sem lactose, leite fermentado e derivados (iogurte natural, queijo branco,coalhada) no mínimo três vezes por dia. São ricos em cálcio, melhoram o funcionamento do intestino, reduzindo a sensação de inchaço;

– Vegetais verde-escuros, que também são ricos em cálcio e diminuem as cólicas, aumentando a disposição para enfrentar a rotina diária;

– Alimentos ricos em magnésio, como figo, aveia, beterraba, alcachofra, quiabo, abacate, banana. Durante a menstruação e em especial nos dias que a precedem;

– Rodelas de batata (no almoço ou jantar);

– Azeite de oliva;

– Castanha-do-Pará, castanha de caju, nozes, amêndoas, macadâmia, avelã e pistache.

Fonte: Revista Essentia Edição 3

Os carboidratos de baixo índice glicêmico: qual a sua importância durante os treinos !

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O fornecimento adequado de energia pode ser um fator crucial, tanto no desempenho físico como mental, e isto é algo que os atletas que treinam intensamente já conhecem muito bem. Para que os músculos possam ter o maior desempenho, eles necessitam de combustível suficiente em forma de carboidratos. Antes, se pensava que apenas a quantidade de carboidratos era importante. Agora, a atenção está cada vez mais voltada ao tipo de carboidrato, fazendo-se uma distinção entre carboidratos “rápidos e com curta ação” e os mais desejados “lentos e com ação prolongada”.

Carboidratos com um alto IG (índice glicêmico) são facilmente absorvidos e entram na corrente sanguínea com rapidez, elevando o nível de açúcar no sangue de forma repentina. Por outro lado, o declínio tem a mesma rapidez, resultando na queda do nível de açúcar no sangue. Quando isso acontece, o organismo mobiliza sua própria glicose e rapidamente acessa seus valiosos estoques de glicogênio. Um esgotamento antecipado das reservas de glicogênio pode causar uma fadiga repentina, perda da concentração e do desempenho, devido a uma concentração insuficiente de glicose no sangue.

A Palatinose™, também conhecida como isomaltulose, apresenta propriedades especiais para resolver este problema: como carboidrato de baixo IG, fornece a “energia do carboidrato” em uma base constante e por um período de tempo mais longo. Uma oferta de energia contínua não é importante somente para atletas profissionais, mas para todos aqueles que desejam ter mais energia física e mental por mais tempo.

PALATINOSE e a Queima de gordura

Alguns estudos analisaram o potencial da liberação lenta e sustentada de energia de carboidratos a partir da isomaltulose em comparação com outros carboidratos inge­ridos, e encontraram taxas mais elevadas de oxidação de gordura em atividades de resistência com o seu uso, uma vez que esta substância auxilia na preservação de glicogê­nio.

Pesquisadores da Universidade de Frei­burg, na Alemanha, compararam a queima de gordura e carboidratos após o consumo de uma bebida com Palatinose™ e uma bebida de alto IG com maltodextrina, para analisar o efeito de treinamento, induzido por alimentos. Tanto em descanso como durante o exercício foi medida uma maior queima de gordura com a Palatinose™.De forma geral, a proporção de energia obtida da gordura durante esportes de alto esforço físico foi 25% maior no grupo que ingeriu a Palatinose™, em relação ao grupo que inge­riu maltodextrina. “A gordura queima com a chama dos carboidratos” é uma expressão muito conhecida entre atletas. A Palatinose™ fornece a glicose da melhor forma, nem de mais, porque neste caso o organismo se converte para usar apenas esta fonte de ener­gia, mas sim apenas o suficiente e de forma mais continuada para manter a “chama” quei­mando constantemente as gorduras.

Fonte: Revista Essentia Pharma

Bebida Energética ou Energy Drink

bebidas-energizantes

As bebidas energéticas são classificadas, segundo a resolução nº273, de 2005, como um composto líquido pronto para o consumo. De acordo com a regulamentação, o produto pode conter cafeína e/ou taurina e/ou Inositol e/ou glucoronolactona como ingredientes principais, podendo ser adicionado de vitaminas e/ou minerais na quantidade correspondente a até 100% da ingestão diária recomendada (IDR) por porção do produto. Pode ser adicionado de outros ingredientes, desde que não descaracterizem o produto. (BRASIL, 2005).

Raio-X da Bebida Energética

Para estar de acordo com as exigências da resolução, as bebidas energéticas não devem ultrapassar os limites preconizados dos ingredientes principais. Sendo no máximo:

  1. 35 mg/100 ml de cafeína
  2. 400 mg/100 ml de taurina
  3. 20 mg/100 ml de Inositol
  4. 250 mg/100 ml de glucoronolactona

Sinergia entre os Nutrientes

A combinação dos ingredientes das bebidas energéticas permite que eles atuem de forma sinérgica no metabolismo, por isso os efeitos positivos sobre o desempenho cognitivo, a atenção e o desempenho esportivo são atribuídos a essa associação.

O que diz a Ciência?

As bebidas energéticas, na área esportiva, são conhecidas por contribuírem no aumento da energia física e mental, sendo estes efeitos ergogênicos atribuídos ou provenientes da taurina e da cafeína. Nesse sentido, têm sido demonstrados que o consumo de bebida energética pode proporcionar aumento de desempenho esportivo e a capacidade de realizar exercício físico.

Performance

Os benefícios da ingestão de bebida energética sobre o desempenho esportivo têm sido amplamente discutidos por meios de estudos científicos. Na meta análise realizada por Souza et al. (2016), com estudos publicados para avaliar os efeitos da ingestão aguda de bebidas energéticas no desempenho físico, revelou-se que, no geral, o consumo de bebida energética melhorou o desempenho físico, a força muscular e a resistência.

Mito! Bebidas Energéticas não causam Taquicardia

Ao considerar que uma lata com 250ml de bebida energética possui aproximadamente 80mg de cafeína, o que equivale a mesma quantidade de cafeína em uma xícara de café expresso com 60 ml, essa afirmação é considerada mito. O consumo moderado de cafeína (de até 400mg por dia para adultos saudáveis) não exerce influência negativa na saúde cardiovascular. Isso foi confirmado, em 2015, pela Europen Food Safety Authority. Ainda, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o consumo moderado de cafeína não oferece riscos à saúde.

Fonte: E4 Science

Probióticos e suas indicações

probiotico

Muito em alta, os probióticos são os microrganismos vivos que quando consumidos adequadamente conferem bene­fícios à saúde do indivíduo, tais como integridade do organismo e a melhoria da função e do revestimento intestinal, mas eles não são todos iguais.

As cepas bacterianas (conjuntos de espécies de bactérias que compartilham, ao menos, uma característica)  mais conhecidas e utilizadas são Lactobacillus, Bifidobac­terium, Enterococcus e Streptococcus, mas existem muitas outras.  Cada uma delas tem uma função específica no organismo e vem sendo estudadas de uma maneira isolada dentro de uma patologia específica.

Abaixo reunimos em uma tabela resumida as principais cepas bacterianas e suas indicações ou patologias nas quais determinada cepa apresentou destaque. Ressalta-se que esta tabela foi construída baseada nos artigos científicos supra citados e que não necessariamente limita o seu uso apenas nas doenças listadas.

 

Cepa bacteriana Aplicação
Lactobacillus casei Envolvido na inibição de bactérias nocivas, tratamento de diarreia, alergia, imunomodulação, redução do colesterol e glicemia, doença inflamatória intestinal. Possui estudos também mostrando efeito anti-hipertensivo e antiobesidade, como adjuvante para erradicação do H. pylori e também para a prevenção de infecções comuns em atletas
Lactobacillus acidophilus Tratamento e prevenção de diarreia associada ao antibiótico,síndrome de intestino irritável, redução do colesterol, triglicerídeo e aumento do HDL
Lactobacillus plantarum Reduz colesterol, glicose e peso
Lactobacillus rhamnosus Tratamento de diarreia causada por Clostridium e por antibióticos, terapia adjuvante para erradicação do H. pylori,redução dos sintomas de ansiedade e depressão, aumento da sensibilidade à insulina, redução de peso corporal
Bifidobacterium lactis Aumenta a resposta imune
Bifidobacterium bifidum Reduz a frequência de episódios de diarreia
Bifidobacterium infantis Alivia alguns sintomas da síndrome de intestino irritável
Bifidobacterium animalis Alivia a constipação intestinal

Aumenta a sensibilidade à insulina 

Bifidobacterium longum Redução dos sintomas de ansiedade
Lactobacillus gasseri Perda de peso
Lactobacillus reuteri Prevenção da perda óssea, redução de cólicas do recém-nascido, terapia adjuvante para erradicação do H. pylori, redução da glicose
Lactobacillus paracasei Tratamento de diarreia aguda e rinite alérgica
Lactobacillus helveticus Redução dos sintomas de ansiedade
Saccharomyces boulardi Tratamento de diarreia causada por Clostridium e por antibióticos; terapia adjuvante para erradicação do H. pylori
Streptococcus thermophilus Reduz a frequência de episódios de diarreia e os sinais associados com a má digestão da lactose. Alivia alguns sintomas da síndrome de intestino irritável
Enterococcus faecium Tratamento de diarreia aguda e causada por antibiótico

Fonte: Revista Essentia Edição 10 http://essentia.com.br/revista/

 

Resveratrol causa impacto no biomarcador da doença de Alzheimer

alzheimer

Um importante ensaio clínico para estudar a suplementação de resveratrol (alta dose e em longo prazo) em pessoas com a doença de Alzheimer descobriu que o biomarcador que diminui quando a doença avança foi estabilizado em pessoas que ingeriram sua forma purificada.

O resveratrol é um composto que ocorre naturalmente e encontrado em alimentos como uvas vermelhas, framboesas, chocolate escuro e alguns vinhos tintos.

Os resultados, publicados na revista Neurology, são muito interessantes”, diz o investigador principal do estudo, R. Scott Turner, MD, PhD, diretor do Programa de Transtornos da Memória da Universidade de Georgetown Medical Center. Turner, que trata pacientes no Hospital Universitário MedStar de Georgetown, adverte que os resultados não podem ser usados para se recomendar o consumo de resveratrol. “Este é um único e pequeno estudo, com resultados que exigem mais pesquisas para podermos interpretar corretamente.”

O ensaio clínico do resveratrol foi randomizado, fase II, controlado por placebo e duplo-cego em pacientes com demência de leve à moderada associada à doença de Alzheimer. A aplicação do processo “Novo Medicamento Investigacional” foi exigido pela agência americana regulatória FDA para testar a forma pura e sintética do resveratrol (de grau farmacêutico) no estudo. Ele não está disponível comercialmente sob esta forma.

Fonte: https://gumc.georgetown.edu/news/Resveratrol-Impacts-Alzheimers-Disease-Biomarker

Dr. Sérgio Rosa

Nutricionista Esportivo e Clínico Funcional

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Síndrome Metabólica

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O primeiro conceito sobre Síndrome metabólica foi proposto por Gerald Reaven em 1988 e reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) 11 anos após. Trata-se não de uma doença em si, mas de um conjunto de doenças como hipertensão, diabetes tipo 2, obesidade, colesterol e triglicerídeos elevados, que tem como ponto principal a resistência a insulina.

Uma pessoa apresenta resistência a insulina, quando sua insulina não consegue trabalhar de maneira eficiente. Nosso corpo precisa de insulina para exercer diversas funções vitais ao seu funcionamento. Esse hormônio é indispensável no metabolismo da glicose e carboidrato e também está envolvido na síntese de proteínas e armazenamento de gorduras. Isso explica o porquê indivíduos obesos geralmente apresentam alterações em diversos parâmetros como glicose, colesterol, triglicerídeos e pressão arterial.

Não existem sintomas da síndrome metabólica e sim fatores. Seriam diagnosticados portadores de síndrome metabólica indivíduos com pelo menos cinco fatores de risco:

1. Circunferência da cintura elevada: o ponto de corte é específico da população/país avaliado (Brasil 94 cm, a mesma da população europeia).

2. Níveis elevados de triglicerídeos: maior ou igual a 150 mg/dL, ou faz uso de medicamento para o controle de triglicerídeos elevados.

3. Níveis diminuídos de colesterol HDL: menor ou igual a 40 mg/dL para homens e menor ou igual a 50 mg/dL para mulheres, ou o indivíduo faz uso de medicamento para o controle de baixos níveis de colesterol HDL.

4. Hipertensão: pressão arterial sistólica maior ou igual a 130 mm Hg e/ou pressão arterial diastólica maior ou igual a 85 mm Hg, ou o indivíduo faz uso de medicamento para o controle de hipertensão.

5. Glicemia de jejum alterada: glicemia de jejum maior ou igual a 100 mg/dL, ou o indivíduo faz uso de medicamento para o controle glicêmico.

Estima-se que as pessoas acometidas com Síndrome Metabólica apresentem em geral um maior risco de eventos cardiovasculares, com cerca três vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral (AVC), e duas vezes as chances de falecer em virtude destes eventos. Além disso, estas pessoas têm cinco vezes as chances de desenvolver diabetes tipo 2.

Muitas vezes uma pessoa acometida resistência à insulina não apresenta qualquer tipo de sintoma e com isso não busca um tratamento e uma mudança no estilo de vida por muitos anos até surgir o aparecimento dos fatores que caracterizam a síndrome metabólica. O recomendável é intensificar estratégias precoces em relação à prevenção e/ou tratamento da obesidade e de suas comorbidades o quanto antes através de uma dieta balanceada e a prática de atividades físicas.

Sucos – Dicas

sucos

Sucos

Dicas:

Evitar combinar frutas ácidas com frutas doces, que pode provocar fermentação, produzindo gases intestinais e dificultando a digestão.

Coco, abacate, maçã e pêra são frutas neutras, que podem ser usadas com outras frutas ácidas ou doces.

A preparação estará completa quando o suco estiver uniforme, sem pedaços de frutas e/ou outros ingredientes. É necessário cortar os ingredientes em pedaços ou rasgá-los (folhas), de forma de facilitar o seu manuseio e manter o seu valor nutricional, sendo aconselhável manipular os ingredientes próximo ao horário da preparação para evitar oxidação e, consequentemente, perda de nutrientes.

Priorize sempre os ingredientes crus, frescos, locais, maduros e orgânicos, por serem livres de agrotóxicos. Ingredientes congelados podem ser usados, mas não diariamente.

Utilize água filtrada ou água de coco para liquidificar o suco.

A critério, os sucos podem ser ingeridos em temperatura ambiente ou acrescida de gelo após o preparo.

Evite repetir os mesmos ingredientes por mais de três dias seguidos.

Acrescente uma colher de abacate em seus sucos, pois sua gordura melhora a absorção de nutrientes lipossolúveis (solúveis em gordura).

As frutas possuem princípios ativos – tais como fitoquímicos, antioxidantes, vitaminas, minerais e fibras – que ajudam a controlar diversas funções do organismo humano e servem como coadjuvantes em tratamentos de emagrecimento, desintoxicação, nutrição saudável e muitas outras terapias.

A simples inclusão na dieta de sucos elaborados com ingredientes específicos para determinadas funções propicia uma alimentação saudável e sem monotonia, além de estimular o paladar. Ao efetuarmos boas combinações de frutas, vegetais, folhas, tubérculos (raízes), oleaginosas (castanhas, amêndoas, nozes) e fibras (aveia, linhaça), os sucos não só ganham sabor agradável e valor nutricional adequado como também tornam a dieta mais colorida e divertida.

Ao tomar o suco, espere pelo menos 30 minutos até fazer a próxima refeição.

Existem vários modelos de aparelhos para preparar os sucos, como centrifugas e liquidificadores. É bom ressaltar que o uso de centrifugas na elaboração dos sucos elimina as fibras dos alimentos. Neste caso é interessante adicionar uma fonte de fibra externa, como: aveia, quinua, linhaça ou biomassa da banana verde, após o preparo do suco. As fibras são importantes para o bom funcionamento do intestino e aumentam a sensação de saciedade, além de ajudar a controlar o colesterol e a glicemia (taxa de açúcar no sangue).

Sempre que possível, inclua frutas ricas em agua, como melão e melancia, junto com suas sementes, que são fontes de cálcio. Ao escolher uvas, opte pelas mais viçosas. Ao preparar sucos com maça, retire as sementes e use a casca, que contem pectina, uma fibra importante para o funcionamento do intestino. Uma dica quanto à utilização do limão é retirar a parte branca do seu interior para evitar o gosto amargo. Sua casca também deve ser utilizada, pois ela contém d-limoneno, uma substância que ajuda na desintoxicação. Apenas garanta que sua utilização seja em quantidades mínimas, para que o suco não adquira um sabor amargo.

As folhas verdes escuras são ricas em clorofila e minerais, nutrientes importantes para o processo de desintoxicação e para a vitalidade e a energia celular. Para a elaboração de 250 a 300 ml de suco, recomenda-se uma folha de couve, de agrião ou de rúcula ou brotos (de alfafa ou feijão), de preferência orgânicos.

Chá verde refrescante (função emagrecedor/termogênico)

Ingredientes:

1 xícara de chá de água filtrada

1 colher de sopa rasa de chá verde

6 folhas de hortelã fresca

1 maçã com casca

1 colher de sopa de suco de limão siciliano

2 fatias de maçã

Modo de fazer: aquecer a água e desligar o fogo antes de ferver. Adicionar o chá verde e deixe em infusão por 15 minutos, coar e deixar esfriar. Quando o chá já estiver frio, bater no liquidificador com a maçã, as folhas de hortelã e o suco de limão. Servir com cubinhos de maçã.

Suco detox (limpa o fígado)

Ingredientes:

1 pera

1 ramo pequeno de agrião

1 folha de couve orgânica

½ limão siciliano sem casca e sem a parte branca

Gelo

Modo de fazer: centrifugar os ingredientes e servir em um copo com gelo. Se desejar, acrescente algumas gotas de limão siciliano.

Suco vigor da juventude (rejuvenescedor – com tempero)

Ingredientes:

1 banana prata

10 morangos bem vermelhos

1 colher de café de alecrim ou capim cidreira

Modo de fazer: bater os morangos e a banana no liquidificador, por último o alecrim (ou capim cidreira), até obter uma mistura homogênea. Beber em seguida.

Água afrodisíaca

Ingredientes:

1 colher de chá de mel

Suco de 1 limão

2 cm de pimenta dedo-de-moça

1cm de gengibre

1 litro de água

Modo de fazer: bater todos os ingredientes em um liquidificador, passar por uma peneira média e colocar em uma jarra.

Esta água estimula a circulação e melhora a digestão, aumenta o metabolismo, melhora a respiração. E por ser uma bebida vasodilatadora estimula a libido.

Dr. Sérgio Rosa

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Whey Protein no café da manhã: benefícios !!!

whey

Um estudo realizado em Israel aponta que um café da manhã que contenha Whey Protein pode ajudar a gerenciar o diabetes tipo 2.

“Uma estratégia de sucesso para a perda de peso pode ser através de um café da manhã rico em proteína, um almoço de tamanho médio e um pequeno jantar, que mostrou melhorar a saciedade e reduzir picos de glicose ao longo do dia em pessoas com obesidade e diabetes tipo 2”, relatou a autora do estudo Daniela Jakubowicz, MD, professora de medicina na Universidade de Tel Aviv.

“No entanto, os benefícios de elevado teor de proteínas no café da manhã também dependem da sua fonte e qualidade”, disse Jakubowicz. “A proteína em pó do soro de leite (whey protein), induziu maior saciedade e redução de picos de glicose após as refeições, em comparação com outras fontes de proteínas, tais como ovos, soja ou atum.”

Jakubowicz e seus colegas investigaram se, em pessoas com sobrepeso e obesas com diabetes tipo 2, o whey protein seria mais eficaz do que outras proteínas para a perda de peso, saciedade e redução dos picos de glicose e níveis de HbA1c (hemoglobina glicada).

Eles distribuíram aleatoriamente 48 participantes com sobrepeso e obesos com diabetes tipo 2 (em média, 59 anos de idade) para uma das três dietas do estudo que continham o mesmo número de calorias.

Os participantes ingeriram um café da manhã de tamanho grande, um almoço de tamanho médio, e um pequeno jantar, sendo que o que diferenciava os grupos era a composição, quantidade e fonte das proteínas do café da manhã.

Um grupo se alimentou, na maioria, com whey protein durante o café da manhã através de shakes(vitaminas). As proteínas do segundo grupo vieram através de ovos, soja ou atum. O terceiro grupo ingeriu carboidratos ou amidos.

Após 12 semanas, o grupo whey protein perdeu mais peso: 7,6 kg, em comparação com 6,1 kg para aqueles do grupo outras proteínas, e 3,1 kg para o grupo carboidratos.

Os participantes do grupo whey protein se sentiam mais saciados durante todo o dia, apresentavam picos mais baixos de glicose após as refeições, em comparação com as outras duas dietas, e maior redução dos níveis de HbA1C.

“A dieta com whey protein suprime significativamente o hormônio da fome ‘grelina’. A bebida é facilmente preparada e oferece as vantagens de um café da manhã rico em proteínas para a perda de peso, redução da fome, picos de glicose e HbA1c”, afirmou Jakubowicz.

A Fundação para a Investigação Científica do Centro Médico Wolfson, em Holon, Israel, apoiou o estudo.
Fonte:http://www.newswise.com/articles/large-whey-protein-breakfast-may-help-manage-type-2-diabetes

 

Leucina o que é?

leucina

Leucina?

Quando falamos de ganho de massa muscular, não há dúvida em dizer que uma oferta maior de proteínas e planejamento nutricional sejam necessários. A composição além da quantidade são importantes serem observadas, ou seja, o perfil de aminoácidos que compõe essa proteína. Já foi demonstrado através da ciência que uma proteína rica em aminoácidos de cadeia ramificada BCAA’s (leucina, isoleucina e valina), se torna mais eficiente na sinalização da síntese proteica. Em especial a leucina tem essa capacidade de estimular a síntese proteica e ganhou atenção por ser um aminoácido capaz de estimular uma molécula conhecida como MTOR (mammalian target of rampamycin) responsável pela regulação na sinalização da síntese proteica e com isso, o aumento da massa muscular.

Através de pesquisas, a maior responsividade na síntese proteica ocorre quando se ingere em torno de 1,7g a 3,5g de leucina nas refeições seguintes aos treinamentos. O interessante é que 30g de proteína do soro do leite ou 170g de carne vermelha possui em torno de 3g de leucina. Logo , quando se tem o consumo desses alimentos na quantidade ideal, não é necessário a suplementação. Porém, onde se é consumido uma quantidade pequena de proteína,  a adição de leucina pode restabelecer a sinalização ótima da síntese proteica.

Apesar da leucina mostrar essa capacidade de amplificar a sinalização no ganho de massa muscular, os estudos falham quando se consome a leucina de forma isolada. Para que ocorra uma adequada sinalização da leucina, é necessário que ela seja ofertada na presença de outros aminoácidos contidos em uma proteína.

Importante frisar que o excesso de leucina não traduz em anabolismo. Sendo assim, a suplementação de leucina deve ser acompanhada por um nutricionista, que ao elaborar o plano alimentar, cardápio e distribuir as fontes proteicas ao longo do dia, identificará a real necessidade e quantidade de leucina a ser suplementada.